Os dois modelos, lado a lado
No marketplace, seu restaurante entra em um aplicativo de terceiros que traz o público e intermedia o pedido em troca de uma comissão sobre cada venda. No delivery próprio, o pedido chega pelo seu canal — cardápio digital, link nas redes, WhatsApp — e a operação de entrega é sua.
Não é uma escolha de certo contra errado: são canais com custos e papéis diferentes. A decisão fica clara quando a comissão vai para a ponta do lápis.
A matemática da comissão
Marketplaces cobram tipicamente de 12% a 30% por pedido, dependendo do plano e dos serviços incluídos. Em um exemplo didático: num pedido de R$ 60 com comissão de 25%, R$ 15 ficam com a plataforma — antes de você pagar insumos, embalagem e entrega.
No canal próprio, o custo costuma ser fixo (a assinatura do sistema) mais o custo da entrega em si. Quanto maior o volume, mais o percentual pesa na comparação: a comissão cresce junto com a venda, a assinatura não.
Quando o marketplace faz sentido
O marketplace resolve um problema real: visibilidade. Quem está começando no delivery, abriu uma unidade nova ou quer alcançar um público que ainda não conhece a casa se beneficia do tráfego que a plataforma já tem.
Nesses casos, a comissão funciona como custo de aquisição de cliente. O erro é tratá-lo como canal único para sempre — pagando percentual inclusive sobre o cliente fiel que pediria direto.
Quando o delivery próprio faz sentido
Se a sua casa já tem clientela, pedidos recorrentes e presença nas redes, boa parte das vendas viria de qualquer jeito — e cada uma delas pagando comissão é margem indo embora. O canal próprio devolve essa margem e entrega o que o marketplace não dá: os dados do seu cliente.
Com nome, telefone e histórico de pedidos em mãos, você consegue fazer promoção, programa de fidelidade e reativação de quem sumiu. O cliente é seu, não da plataforma.
A estratégia híbrida
O caminho mais comum é usar os dois: o marketplace como vitrine para atrair clientes novos e o canal próprio para fidelizar quem já conhece a casa. Cupom de primeiro pedido, panfleto na embalagem e link do cardápio nas redes ajudam a migrar o cliente recorrente para o canal sem comissão.
Como o DineLink ajuda
O DineLink cuida do canal próprio de ponta a ponta: cardápio digital com pedido e pagamento online, zonas de entrega por raio, bairro ou polígono, despacho automático para o entregador disponível mais próximo e app do motoboy com comprovante fotográfico. Tudo por assinatura fixa — sem percentual sobre os seus pedidos.
Perguntas frequentes
- Vale a pena sair do marketplace de uma vez?
- Na maioria dos casos, não. A transição funciona melhor de forma gradual: mantenha o marketplace como canal de aquisição de clientes novos e migre os recorrentes para o canal próprio, onde a margem é sua.
- Quanto custa um pedido no delivery próprio?
- Em vez de percentual por venda, o custo típico é uma assinatura fixa de sistema mais a operação de entrega. Na prática, o custo por pedido cai conforme o volume cresce — ao contrário da comissão, que cresce junto com o faturamento.
Quer isso funcionando no seu restaurante?
