Guias · Delivery · 2 min de leitura

Delivery próprio ou marketplace: a matemática que decide

Compare a comissão dos marketplaces com o custo do canal próprio, veja quando cada modelo faz sentido e como montar uma estratégia híbrida.

Por Equipe DineLink · Publicado em 11 de julho de 2026

Os dois modelos, lado a lado

No marketplace, seu restaurante entra em um aplicativo de terceiros que traz o público e intermedia o pedido em troca de uma comissão sobre cada venda. No delivery próprio, o pedido chega pelo seu canal — cardápio digital, link nas redes, WhatsApp — e a operação de entrega é sua.

Não é uma escolha de certo contra errado: são canais com custos e papéis diferentes. A decisão fica clara quando a comissão vai para a ponta do lápis.

A matemática da comissão

Marketplaces cobram tipicamente de 12% a 30% por pedido, dependendo do plano e dos serviços incluídos. Em um exemplo didático: num pedido de R$ 60 com comissão de 25%, R$ 15 ficam com a plataforma — antes de você pagar insumos, embalagem e entrega.

No canal próprio, o custo costuma ser fixo (a assinatura do sistema) mais o custo da entrega em si. Quanto maior o volume, mais o percentual pesa na comparação: a comissão cresce junto com a venda, a assinatura não.

Quando o marketplace faz sentido

O marketplace resolve um problema real: visibilidade. Quem está começando no delivery, abriu uma unidade nova ou quer alcançar um público que ainda não conhece a casa se beneficia do tráfego que a plataforma já tem.

Nesses casos, a comissão funciona como custo de aquisição de cliente. O erro é tratá-lo como canal único para sempre — pagando percentual inclusive sobre o cliente fiel que pediria direto.

Quando o delivery próprio faz sentido

Se a sua casa já tem clientela, pedidos recorrentes e presença nas redes, boa parte das vendas viria de qualquer jeito — e cada uma delas pagando comissão é margem indo embora. O canal próprio devolve essa margem e entrega o que o marketplace não dá: os dados do seu cliente.

Com nome, telefone e histórico de pedidos em mãos, você consegue fazer promoção, programa de fidelidade e reativação de quem sumiu. O cliente é seu, não da plataforma.

A estratégia híbrida

O caminho mais comum é usar os dois: o marketplace como vitrine para atrair clientes novos e o canal próprio para fidelizar quem já conhece a casa. Cupom de primeiro pedido, panfleto na embalagem e link do cardápio nas redes ajudam a migrar o cliente recorrente para o canal sem comissão.

Como o DineLink ajuda

O DineLink cuida do canal próprio de ponta a ponta: cardápio digital com pedido e pagamento online, zonas de entrega por raio, bairro ou polígono, despacho automático para o entregador disponível mais próximo e app do motoboy com comprovante fotográfico. Tudo por assinatura fixa — sem percentual sobre os seus pedidos.

Perguntas frequentes

Vale a pena sair do marketplace de uma vez?
Na maioria dos casos, não. A transição funciona melhor de forma gradual: mantenha o marketplace como canal de aquisição de clientes novos e migre os recorrentes para o canal próprio, onde a margem é sua.
Quanto custa um pedido no delivery próprio?
Em vez de percentual por venda, o custo típico é uma assinatura fixa de sistema mais a operação de entrega. Na prática, o custo por pedido cai conforme o volume cresce — ao contrário da comissão, que cresce junto com o faturamento.

Quer isso funcionando no seu restaurante?

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência, medir desempenho e personalizar conteúdos. Ao continuar, você concorda com nossa Política de Privacidade.